RJ: Semana da Abolição da Escravatura no Arquivo Nacional até 12.05.2018

Fonte: jornal Metro Rio de 08.05.2018.

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Pantera Negra: Inclusão em cinema do RS

Fonte: jornal Metro Rio de 28.02.2018.

Islândia: Salários iguais entre homens e mulheres

Fonte: jornal Metro Rio de 03.01.2018.

Valdeci Ferreira: Recuperando presos como missão de vida

Matéira na Folha Online conta como o mineiro Valdeci Ferreira, de 55 anos, realiza recuperação de criminosos com um método inovador:

Sua devoção, que ele atribui a um chamado divino, multiplicou as Apacs, de uma unidade para 48, espalhadas por cinco Estados do país, que reúnem cerca de 3.500 recuperando. Elas são coordenadas pela Fbac (federação das Apacs), entidade que criou para disseminar e fiscalizar uma metodologia inovadora de humanização do sistema prisional.

(…) Há 33 anos, Ferreira adotou a recuperação de criminosos como missão de vida. Sua devoção, que ele atribui a um chamado divino, multiplicou as Apacs, de uma unidade para 48, espalhadas por cinco Estados do país, que reúnem cerca de 3.500 recuperando. Elas são coordenadas pela Fbac (federação das Apacs), entidade que criou para disseminar e fiscalizar uma metodologia inovadora de humanização do sistema prisional.

(…) “Os presídios são desertos de miséria e sofrimento. O Estado está ausente, e as facções ocupam este espaço. A sociedade, ferida por essas pessoas, esquece que aqueles abandonados atrás das grades uma hora voltam para o convívio social, e voltam piores”, alerta Ferreira.

As Apacs são pequenos oásis. “Aplicamos a pedagogia da presença e caminhamos junto com aquele que cometeu o delito, oferecendo uma chance de mudança de vida”, explica, entre as grades ali usadas também como suporte para vasos de plantas.

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RS: Semana de Acessibilidade Cultural 2017 no SESC Canoas

Jéssica Pereira: Síndrome de Down não a impede de ser uma empreendedora

A Folha conta a história de Jéssica Pereira, de 25 anos, cuja Síndrome de Down não a impediu de abrir sua firma:

Jéssica passou a última semana treinando a assinatura para não errar a mão em um dos momentos que considera mais importantes da vida: firmar o contrato de abertura de seu próprio negócio, um pequeno café e restaurante no Cambuci, no centro de São Paulo.

Uma promissora panqueca com massa de café e o nhoque de mandioquinha chamam a atenção no cardápio, mas o fato de a garota ser uma das primeiras empreendedoras com síndrome de Down do país é o que marca inicialmente a visita ao local, com cadeiras azul clarinho, mesas brancas e paredes cor-de-rosa.

Jéssica Pereira

Jéssica Pereira

Para realizar a façanha, Jéssica contou com economias guardadas por cinco anos em uma poupança da Caixa. Ganhou dinheiro em apresentações de teatro e em pequenos trabalhos de atendente.

Mas o grosso do recurso veio por meio da união e da aposta familiar no sonho de mais independência para a vida da cozinheira, que aprendeu quase tudo com a mãe, Ivânia Della Bella, 55, e aperfeiçoou-se no Instituto Chefes Especiais, que treina e encaminha pessoas com deficiência intelectual para o mercado de trabalho.

“Minha irmã, Priscila, e meu cunhado, Douglas, desistiram de comprar uma casa para eles e me ajudaram com o dinheiro que faltava. Eles são meus amores e meus sócios”, diz a empreendedora, que é metódica, disciplinada, apaixonada por novelas e é fã do ator Mateus Solano.

Jéssica ficará na cozinha do Bellatucci Café, que abre as portas neste sábado [15.07.2017], mas pretende recepcionar cada um dos clientes, porque adora o contato com o público e servir as pessoas. Ao lado dela, irão trabalhar outras quatro pessoas downs, que terão jornadas de quatro horas. A família da garota ficará na retaguarda.

“Quero falar obrigada para cada um que vier aqui. Gosto de gentilezas, de pedir por favor, com licença. Chamei apenas amigos para trabalharem comigo para ter um ambiente de muito amor.”

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William Vasconcelos: Síndrome de Down não impede a vitória no vestibular

Matéria no jornal Extra conta a história de um jovem com Síndrome de Down que emocionou sua família ao passar no vestibular para cursar a faculdade de Direito, em Sobral, no Ceará:

William Vasconcelos, aos 21 anos, sempre sonhou em ser advogado e garante que, independente de suas limitações, vai exercer sua futura profissão com maestria:

– Sempre gostei de estudar e agora vou realizar um dos meus dois sonhos, que é ser advogado. Admiro essa profissão e vou fazer direito. Não paro por aí, pois quero sempre estudar para me atualizar. Estou ansioso para o início das aulas, no fim de julho.

William Vasconcelos

William Vasconcelos

Mas William não pretende só ajudar as pessoas no meio jurídico. O jovem, que adora ler, também quer ser ator de novela. Ele revela que um dos ídolos na dramaturgia é Reynaldo Gianecchini.

– Amo dramaturgia. É outra área que eu gostaria muito de me destacar profissionalmente – conta William, que é apaixonado em assistir televisão.

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