RJ: Museu Nacional expõe sobre o continente antártico na Casa da Moeda

Fonte: jornal Metro Rio de 17.01.2019.

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Brasília, DF: Livro de Heróis e Heroínas da Pátria ganha novos nomes

Fonte: jornal Metro Rio de 14.12.2018. Clique na figura para abrir em tamanho maior.

Texto da matéria:

A pernambucana Bárbara Pereira de Alencar (1760-1832) foi uma mulher à frente do seu tempo, queria a independência de Portugal e jogar o Brasil no futuro. Curiosamente, porém, sua inscrição no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria foi a de processo mais lento. Nome aprovado ainda em 2014, só agora ela será de fato inscrita nas lâminas de aço que compõem o livro em exposição permanente no Panteão da Pátria (Praça dos Três Poderes).

Além dela, outros 20 nomes se somarão ao chamado Livro de Aço. A inscrição será feita nesta quarta-feira (12), às 10h, em uma cerimônia no próprio Panteão.

Veja a lista completa dos novos nomes clicando aqui.

Direitos Humanos: 70 anos da Declaração Universal em 10.12.2018

Fonte: jornal Metro Rio de 10.12.2018. Clique nas figuras para abrir em tamanho maior.

Rio, Amor e Paixão: Exposição de fotos em Laranjeiras de 12 a 19.11.2018

Fonte: jornal Metro Rio de 12.11.2018. Clique na figura para abrir em tamanho maior.

Museu Nacional: Crânio de Luzia encontrado nos escombros

De acordo com matéria no site do jornal O Dia de 19.10.2018, pesquisadores que trabalham nos escombros do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, na Zona Norte do Rio, encontraram parte da ossada do crânio de Luzia, fóssil humano mais antigo da América:

O anúncio foi feito pela direção da instituição, no início da tarde desta sexta-feira [19.10.2018].

“Conseguimos recuperar o crânio de Luzia. Por conta do fogo, ela sofreu algumas avarias, mas estamos otimistas não só pelo museu, mas por Pedro Leopoldo e pelo Brasil”, declarou a professora Claudia Rodrigues, responsável pela equipe de salvamento.

O crânio foi encontrado na década de 1970 em Pedro Leopoldo, em Minas Gerais, por uma missão francesa liderada pela arqueóloga Annette Laming-Emperaire e representou uma revolução nos estudos sobre o povoamento do continente americano. Luzia apresentou uma datação relativa entre 11 mil e 11,5 mil anos, o que faz do crânio um dos mais antigos do Brasil e também de todo o continente americano.

De acordo com Claudia, o crânio foi encontrado em fragmentos e os pesquisadores trabalharão na sua reconstrução. “Não há previsão ainda, pois precisamos de verbas para sabermos quais pesquisas vamos utilizar. Temos 80% do crânio identificado e achamos que podemos chegar a muito mais”, comentou.

Pesquisadores encontram parte da ossada de Luzia nos escombros do Museu Nacional – Rafael Nascimento / Agência O Dia

“Achamos 100% do crânio e já identificamos 80% desse material. Precisamos remontar o laboratório e para fingir que vamos respirar, para a construção do laboratório é de 10 milhões”, disse Alexander Kellner, diretor do Museu Nacional.

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Museu da Câmara: Tour virtual

Link:
https://www.google.com/culturalinstitute/beta/partner/camara-dos-deputados-brasil

Fonte: jornal Metro Rio de 10.07.2017.

musicamagia.wordpress.com

Cais do Valongo: Patrimônio da Humanidade

De acordo com o UOL, o Cais do Valongo, marco da herança africana no Rio de Janeiro, agora é Patrimônio da Humanidade. O Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) avaliou a inscrição do sítio arqueológico na 41ª reunião anual da organização, que aconteceu em 09.07.2017, em Cracóvia, na Polônia:

Inaugurado em 1811, o cais foi o principal ponto de desembarque de escravos africanos nas três Américas.

O Brasil recebeu cerca de quatro milhões de escravos em mais de trezentos anos, o que equivale a 40% de todos os africanos que chegaram vivos nas Américas entre os séculos 16 e 19. Destes, aproximadamente 60% entraram pelo Rio de Janeiro, sendo que cerca de um milhão deles pelo Cais do Valongo.

cinemagia.wordpress.com

Em 1911, o Cais do Valongo foi aterrado e redescoberto 100 anos depois, durante as obras para a Olimpíada do Rio. “A cidade do Rio é importantíssima na constituição da cultura brasileira, com sua mistura e diversidade”, disse o secretário de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação, Indio da Costa.

Arqueólogos do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), órgão vinculado à SMUIH e presidido por Augusto Ivan, estão fazendo o levantamento dos, aproximadamente, 500 mil itens que foram encontrados nos locais durante as intervenções. As peças, que incluem adornos, objetos, amuletos e ossadas, estão na Vila Olímpica da Gamboa.

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