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RJ: Ações de Natal da Guarda Municipal e do Corpo de Bombeiros em 2017

Fonte: jornal Metro Rio de 20.12.2017.

RJ: Cozinha Poética e Cine Taquara por Gleyser Ferreira

Matéria do Globo Online mostra a história de Gleyser Ferreira, de 20 anos, estudante que nos últimos seis meses vendeu doces com poemas no BRT e iniciou o projeto Cine Taquara, que leva exibição de filmes e apresentações artísticas às ruas e praças da região:

Tudo começou em julho, inicialmente por necessidade financeira. Sem emprego, Gleyser e um amigo uniram talentos pensando em criar algo diferente: ele é cozinheiro; e ela, amante da literatura. Assim nasceu o Cozinha Poética, em que ambos vendiam palha italiana, bolo e empadas no BRT. O diferencial eram os poemas embutidos na embalagem. Ela também costumava declamar trechos de poesia no meio das viagens.

— Eu sempre falava sobre a importância da leitura, porque o Brasil é um dos países em que a população menos lê. Tinha dias em que eu ia até sem a comida, só para falar sobre poesia — conta Gleyser.

Três meses depois, o Cozinha Poética chegou ao fim. Mas não sem deixar frutos. A jovem diz que a iniciativa serviu como base financeira e de divulgação para o Cine Taquara.

— Eu quis explorar diferentes linguagens artísticas e resolvi apostar no cinema, que atrai mais as pessoas — explica ela, que escolheu a pequena praça ao lado do viaduto do BRT Taquara como “sede” do projeto.

Desde outubro, houve três edições do Cine Taquara na praça, mais outros eventos na Feira de Empreendedores Sustentáveis, no Ocupa Crivella (manifestação contra o prefeito na Península) e no Ilumina ZO, no Museu Bispo do Rosário. Além da exibição dos filmes, quase sempre independentes e nacionais, há debates, apresentações musicais e de poesia. Hoje, o filho já não é somente de Gleyser. Um coletivo foi criado, e conta com sete membros. Um deles é Celso Oliveira – ou Oliveira Celso, como se intitula – que trabalha no Colégio Brigadeiro Schorcth, onde ambos estudaram.

No início do ano, Gleyser, recém-formada, fez uma oficina cultural na escola e resolveu produzir um bloco de carnaval, cujo tema seria a prevenção contra dengue. Foi nessa empreitada que os dois se conheceram.

— Ela fez um bloco sozinha, então um projeto de cinema seria fácil para ela — explica Oliveira, que assim como Gleyser, já se deslocou até o Centro muitas vezes para curtir eventos culturais. — Na minha juventude, eu fiz ativismo cultural na Lapa. Agora é muito bom ver uma pessoa fazendo esse tipo de coisa em Jacarepaguá.

Até aqui, as edições do Cine Taquara foram feitas com ajuda de outros coletivos culturais da região, que emprestaram equipamentos. Agora, os organizadores querem comprar seu próprio material: laptop, caixa de som e microfone. Para arrecadar dinheiro, expõem uma caixinha para doações no evento, no qual há venda de cerveja.

Hoje, às 14h, o Cine Taquara estará na favela Metrô Mangueira, no evento Mais Amor Menos Capital. Em janeiro, a programação será extensa, com a “maratona cultural”, em que o cinema ocorrerá em três semanas seguintes. Uma edição será o Cine Taquarinha, especial para crianças, quando haverá promoção de oficinas infantis, como de teatro.

— Por enquanto, estamos tendo ótima resposta do público. Cinema de rua costuma dar dez pessoas, mas recebemos entre 50 e 60 nas últimas edições. Além disso, outros coletivos estão se unindo a nós. Queremos divulgar a cena independente de Jacarepaguá — diz Gleyser.

A matéria foi encontrada aqui.

RJ: Biblioteca Parque será reaberta

De acordo com o blog de Ancelmo Gois, a Biblioteca Parque da Av. Presidente Vargas, fechada desde dezembro de 2016, será, enfim, reaberta:

A Eletrobras assumirá o espaço e, além de manter a biblioteca (250 mil livros), fará ali a Memória da Eletricidade. O secretário estadual de Cultura, Leandro Monteiro, assinará a cessão de uso na sexta que vem, e a reabertura deve ser até março.

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USP: Disciplina de Libras a distância grátis

De acordo com o site Canal do Ensino, é possível aprender Líbras, a Língua Brasileira de Sinais, de graça, no seu computador, por meio do grupo de Mídias Digitais da Universidade de São Paulo (USP), que criou um site exclusivo com um curso gratuito a distância para quem deseja aprender a língua dos sinais:

Por meio da plataforma Stoa, o usuário terá acesso a dezenas de vídeo aulas, material didático e atividades, tudo de graça.

O objetivo da plataforma é oferecer às pessoas não surdas um contato com os conteúdos relacionados à língua de sinais, à educação de surdo e à cultura surda.

O conteúdo é coordenado pelo Prof. Dr. Felipe Venâncio Barbosa, do Departamento de Linguística da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

Os interessados devem acessar a plataforma Stoa…

http://disciplinas.stoa.usp.br/course/view.php?id=5603&section=0

… onde é possível assistir online e fazer o download gratuito das aulas de Libras.

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Mamão Papaia: Ação anticancerígena em estudos avançados da USP

De acordo com o Núcleo de Divulgação Científica da USP, Ciências da Saúde, em 05.12.2017, um estudo desenvolvido por pesquisadores da USP, no Centro de Pesquisa em Alimentos (FoRC), revelou que o mamão papaia, dependendo do ponto de amadurecimento, inibe a proliferação de células de câncer no intestino:

A descoberta, de João Paulo Fabi e Samira Prado, foi publicada nos Scientific Reports, publicação do grupo Nature.

A pesquisa, que analisou tumores humanos, foi realizada in vitro. Os resultados relacionaram a modificação das estruturas das fibras alimentares – dentre elas a pectina – com os efeitos da pectina em células cancerígenas. Foi observado que as pectinas diminuíram a interação entre as células de câncer e as proteínas da matriz extracelular. Os estudos devem avançar agora para a etapa in vivo, quando se verificará se os resultados encontrados se repetem em organismos vivos.

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O Núcleo de Divulgação Científica da USP produziu um vídeo detalhado sobre a pesquisa, que pode ser visto abaixo:

Paraíba: Dessalinizador premiado nacionalmente

De acordo com o portal G1, um dessalinizador de baixo custo, desenvolvido a partir da captação de energia solar foi premiado nacionalmente no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017.

O projeto beneficia 37 família em três cidades da Paraíba onde, de setembro a dezembro deste ano, não choveu na região, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado (Aesa).

Custando até R$ 1 mil para produzir o dessalinizador, a fase de experiência da implementou 28 unidades em três assentamentos em Pedra Lavrada, Cubati e São Vicente do Seridó. O professor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) Francisco Loureiro, que capiteaneou o projeto, recebeu o prêmio em 23 de novembro.

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