Mevatyl: Versão brasileira do Sativex liberada pela Anvisa

De acordo com o portal Estadão, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o primeiro medicamento feito com substâncias derivadas da maconha no Brasil em 16.01.2017

Registrado como Mevatyl no País, o remédio já é vendido em 28 outros países, com o nome de Sativex. Ele é indicado para o controle de sintomas relacionados à esclerose múltipla em pacientes que não respondem a outros tratamentos. O remédio não é recomendado para menores de 18 anos. A restrição é reflexo da falta de estudos que demonstrem a segurança e a eficácia do medicamento em crianças e adolescentes.

De acordo com a Anvisa, o remédio não é indicado para o tratamento da epilepsia. Isso porque o medicamento leva em sua composição o THC, um derivado da maconha que tem o potencial de agravar crises da doença.

O preço do remédio ainda não está definido. A expectativa é de que ele chegue ao mercado no fim do primeiro semestre. A venda somente será feita mediante uma receita de controle especial.

Além de THC (tetraidrocanabinol – THC), o remédio traz canabidiol (CBD). Ambos são obtidos a partir da maconha. O produto será vendido em solução oral (spray).

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RJ: Férias no Museu Light de Energia 2017

Mais informações em
http://museulight.com.br/

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Barriga de aluguel: quando ser humano ajuda ser humano e transforma o mundo

Duas notícias nos últimos dois meses a respeito de barriga de aluguel nos confirmam a esperança de um mundo melhor:

Dezembro de 2016
Mulher vira barriga de aluguel para irmão gay

Janeiro de 2017
Mãe é barriga de aluguel para filho homossexual em Capivari

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RJ: Museu de Arte do Rio com entrada franca excepcionalmente em 08.01.2017

Fonte: jornal O Dia de 06.01.2017.

musicamagia.wordpress.com

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Mega Sena da Virada 2016/2017: Bom exemplo

De acordo com o UOL Noticias, a sorte de um grupo de policiais militares e civis de Santo André, cidade do ABC paulista, fez com que eles não somente fossem premiados em um bolão da Mega Sena da Virada mas também ajudassem o próximo:

Juntas, as 210 pessoas que fizeram as apostas acertaram a quadra e ganharam cerca de R$ 3 mil. O valor, no entanto, não foi dividido entre os participantes. Eles resolveram fazer uma doação para a família de Isabela Diringer, de 12 anos, que está em campanha de arrecadação para poder passar por uma cirurgia no intestino. A operação será na Inglaterra.

“A gente sempre faz, todo fim de ano, um bolão. Dessa vez, fomos contemplados com a quadra e todos do grupo, em sociedade, concordaram em doar essa quantia para a família”, conta o cabo da PM Ricardo dos Santos Sales, organizador do bolão.

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Nadia Ayad: Brasileira brilha em pesquisa sobre carbono

É brasileira a engenheira Nadia Ayad, que ganhou uma competição mundial e quer aperfeiçoar o uso de biomateriais na área da saúde. Reportagem de Priscila Bellini para o site Estudar Fora:

A vida de Nadia Ayad, recém-formada em engenharia de materiais pelo IME (Instituto Militar de Engenharia), mudou bastante em 2016. Além de se formar pela instituição, localizada no Rio de Janeiro, Nadia levou o primeiro lugar no desafio mundial da Sandvik sobre a utilização do grafeno, um material à base de carbono.

Nadia Ayad

Nadia Ayad

Era uma oportunidade de ouro. Com a chamada para o desafio, Nadia se debruçou sobre os estudos que existiam sobre a substância, encarada com entusiasmo pelos cientistas. Derivado do grafite, trata-se de um composto 200 vezes mais resistente que o aço e que ganhou título de melhor condutor térmico e elétrico do mundo. Coube à brasileira, que já possuía experiência em pesquisa, elaborar um projeto para utilizar o material em dispositivos de filtragem e sistemas de dessalinização. O projeto tem como base uma preocupação constante e justificada: como garantir que, no futuro, tenhamos acesso à água potável? Iniciativas como a elaborada pela brasileira podem sugerir um caminho.

Ainda que Nadia já tivesse um pezinho na área de pesquisa desde cedo, graças à carreira acadêmica dos pais de origem sudanesa, a experiência nas universidades onde estudou valeram muito. Depois de iniciar a formação em engenharia no IME, instituição de destaque no Brasil, conseguiu uma bolsa do Ciência Sem Fronteiras para estudar na Inglaterra.

Na Universidade de Manchester, onde passou um ano, teve contato com grandes nomes da área e com os campos de pesquisa pelos quais se interessava. “Na Inglaterra, pude ver onde está a pesquisa hoje. Eles tem muitos recursos e acesso a muitas facilidades para fazer acontecer”, sintetiza Nadia.

Essa experiência no Reino Unido fez com que tivesse acesso também a estágios, como o que realizou na Imperial College London. Por lá, ela pode trabalhar no desenvolvimento de um polímero que substituísse válvulas cardíacas. Era uma forma de entender, em termos mais gerais, a parte mecânica das células, e como os estímulos ao redor — como o aumento no fluxo de sangue, por exemplo — influenciavam o funcionamento do coração.

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André Garcia: Filho de diarista e vendedor aprovado para Yale

De acordo com o portal G1, André Garcia, de 18 anos, morador de Embu das Artes (SP), foi aprovado na Universidade Yale, nos Estados Unidos, e ainda aguarda o resultado de outros processos seletivos em instituições no exterior. Filho de diarista e de vendedor de produtos de limpeza, o jovem estudou em escola pública até o nono ano:

No ensino médio, conseguiu uma bolsa em um colégio particular – e precisou se esforçar para acompanhar o novo ritmo de aulas.

O menino foi beneficiado pelo Ismart, programa que possibilita a alunos de baixa renda e desempenho de destaque estudarem em colégios particulares. Depois de enfrentar o processo seletivo e ser aprovado para entrar no Colégio Lourenço Castanho, em São Paulo, passou a sonhar em conseguir também uma chance fora do país. “Sempre quis ter educação de excelência. Comecei a pesquisar mais sobre essas oportunidades e fiquei inspirado”, conta.

A principal dificuldade para conquistar seu sonho era o domínio da língua inglesa. “Eu tinha uma defasagem muito grande em relação aos meus novos colegas. Só sabia os cumprimentos, enquanto o pessoal fazia viagens e cursos de idiomas”, diz. “Então estudei muito sozinho, mandei e-mail para editoras e algumas me enviaram livros didáticos.”

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André Garcia

André Garcia

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