RJ: Exposição Darwin no Jardim Botânico até 30.10.2019

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Bienal do Livro Rio 2019: Cobertura da EBC

A partir de 30 de agosto de 2019, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) participa da Bienal do Livro Rio com uma cobertura especial de seus veículos sobre o maior evento literário do país que em 2019 vai até o dia 8 de setembro, no Riocentro:

Os veículos públicos TV Brasil e Rádio MEC vão estar presentes para transmitir conteúdos em tempo real e gravar produções especiais. A Agência Brasil também faz a cobertura jornalística do evento. A estrutura da EBC na Bienal conta com um estúdio de vidro montado no Pavilhão Verde.

Durante os 10 dias, a Rádio MEC realiza transmissões ao vivo em sua programação direto do evento. De segunda a sábado, às 12h, Jansem Campos apresenta o programa Arte Clube enquanto aos domingos, no mesmo horário, a emissora leva ao ar o Conversa com o Autor.

Já pela TV Brasil, o Sem Censura vai trazer pequenas entrevistas com os principais autores que participam desse encontro literário, de segunda a sexta, ao vivo, às 17h. Ana Maria Machado e Martinho da Vila são alguns desses nomes consagrados.

O programa Trilha de Letras faz cinco edições gravadas no estúdio de vidro. A apresentadora Katy Navarro bate-papo com personalidades da literatura nacional com Laurentino Gomes, Pedro Bandeira, Sidarta Ribeiro e José Almeida Júnior.

A cobertura jornalística da TV Brasil também está garantida com matérias para o Repórter Brasil, o Repórter Visual e o Fique Ligado. As principais mesas, os lançamentos de livros, o autor mais jovem e a acessibilidade das sessões são algumas das pautas que estão previstas para os telejornais.

Outro destaque é a produção de uma série de dez interprogramas com vários escritores. Com cerca de dois minutos, esse conteúdo conduzido pela repórter Priscila Thereso entra no ar diariamente nos intervalos da programação da emissora pública.

Leia também:
Bienal do Livro RJ 2019: Credenciamento e links para o evento

Site oficial da Bienal 2019:
https://www.bienaldolivro.com.br/

Jean-Jacques Muyembe: A cura do Ébola graças a um médico do Congo

De acordo com o site Vox Nova Angola, quatro medicamentos foram recentemente testados em pacientes na República Democrática do Congo, onde o Ébola matou quase 1.900 pessoas no ano passado. O vírus do Ébola passará a ser curável graças a um médico congolês por trás de um tratamento que “cura os sintomas em apenas uma hora”:

“Passei quatro décadas da minha vida a pensar como tratar pacientes com o vírus Ébola. Portanto, esta é a conquista da minha vida ”, disse o Dr. Jean-Jacques Muyembe, que com sua equipa de pesquisadores descobriu um novo tratamento para o Ébola que pode curar os sintomas em apenas uma hora, disse à BBC.

Descobriu-se que mais de 90% das pessoas infectadas podem sobreviver se forem tratadas precocemente com as últimas drogas experimentais.

Duas pessoas curadas do Ébola usando drogas experimentais foram libertadas de um centro de tratamento em Goma, República Democrática do Congo, e reunidas com suas famílias.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), dois outros tratamentos, chamados ZMapp e Remdesivir, que foram usados ​​durante a epidemia maciça de Ébola em Serra Leoa, Libéria e Guiné, foram retirados dos testes, pois, os novos medicamentos experimentais foram mais eficazes.

O julgamento na RDC, que começou em Novembro, foi interrompido enquanto todas as unidades de tratamento com Ébola foram solicitadas a usar os dois medicamentos experimentais ou anticorpos monoclonais.

“De agora em diante, não vamos mais dizer que o Ébola é incurável”, disse Muyembe, director-geral do Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica do Congo, que supervisionou o estudo. “Esses avanços ajudarão a salvar milhares de vidas”.

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RJ: Inauguração do Rio Memória em 28.08.2019

Fonte: jornal O Dia.

Camille Etiene: Aluna do Instituto Federal Fluminense descobre Teorema

Camille Etiene, estudante do curso técnico em Química do Instituto Federal Fluminense (IFF) em Bom Jesus do Itabapoana, é apaixonada pela matemática e agora possui um teorema “para chamar de seu”: o Teorema de Etiene.

Atualmente estudante do segundo ano, ela recorda com alegria a satisfação de sua descoberta, realizada durante uma aula do primeiro ano do curso técnico, em 2018, quando estudavam funções quadráticas, que têm como gráfico a curva chamada parábola. O professor Leonardo Muniz explica que ensina aos alunos um esquema de cinco passos para o esboço da parábola. O último é a marcação do ponto P, que é o simétrico do ponto de intersecção da parábola com o eixo y (ponto (0,c)), em relação ao eixo de simetria da parábola, como demonstrado na imagem ao lado, que representa o gráfico de uma função quadrática qualquer com raízes reais.

“Enquanto fazíamos a lista de exercícios e discutíamos as perguntas, olhei para o quadro e vi que, para encontrar o ponto P, era só somar as raízes (os valores de x1 e x2)”, conta Etiene. O professor concordou e, imediatamente, os colegas começaram a aplicar a ideia às questões já resolvidas. Identificaram que o argumento era válido e Leonardo chamou a atenção da turma para a prova, que é o processo de mostrar que o teorema está correto. A comemoração foi imediata; um momento de descoberta coletiva que mudou o modo como Camille e os colegas enxergavam a tão temida matemática: “a felicidade foi contagiando a sala toda”, relata a aluna.

Etiene, que antes precisava de aulas particulares para superar os desafios da disciplina, hoje oferece auxílio aos que também têm dificuldades com os números. E não só em matemática: “Fiquei muito boa nas matérias de exatas. Nas provas eu estudava para mim e ajudava os colegas e com isso me senti muito especial”, afirma. Para o professor, presenciar o momento de aprendizado dos estudantes trouxe grande satisfação. “As turmas precisam desses momentos. Acho muito importante compartilhar conhecimento e isso aconteceu de forma mágica naquele dia. O ‘Teorema de Etiene’ foi uma forma de humanização desses estudantes”, recorda.

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Camerata Jovem do Rio: Apresentações na Europa

Matéria do portal G1 conta que a Camerata Jovem do Rio, grupo formado por jovens que moram em comunidades do RJ e que ganhou o Swiss Charity Award 2019, fará concertos na Suíça e na Alemanha:

Em meio ao burburinho do Centro do Rio, existe uma sala um tanto quanto escondida que reúne o som de jovens talentos que estavam espalhados pelo estado. São 19 meninos e meninas, com idades entre 17 e 23 anos, que vieram de várias favelas e hoje fazem parte da Camerata Jovem do Rio — um dos grupos do projeto Ação Social pela Música do Brasil (ASMB).

Na próxima terça-feira (20), eles estarão de malas prontas para receber o reconhecimento de muito esforço e talento: os jovens ganharam o Swiss Charity Award 2019 e vão fazer várias apresentações na Suíça e na Alemanha. O grupo do Rio de Janeiro foi escolhido entre jovens de 40 países.

Camerata Jovem do Rio

“Nós ficamos muito felizes de ter aberto essa janela para eles, dentro da situação que eles vivem, e poder mostrar eles para o mundo. Abrir essa janela: ‘Olha os talentos do Rio de janeiro'”, diz Fiorella Solares, diretora-geral da ASMB.

Além da noite da premiação, o grupo também foi convidado para tocar no Tonhalle de Zurique, em comemoração aos 100 anos da ONG Save the Children. Em seguida, eles farão um concerto no Palácio das Nações, sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra, e também na Basiléia. Depois, os jovens vão para a Alemanha, onde farão apresentações em Dusseldorf e Berlim.

Essa não é a primeira viagem internacional do grupo. No ano passado, eles se apresentaram na sede da ONU, em Nova York, nos Estados Unidos. Cada uma dessas oportunidades é uma conquista graças à dedicação desses jovens à música.

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Movimento escoteiro: Autista se torna Eagle Scout

De acordo com o portal G1, Timmy Hartgate, de 21 anos, atingiu um nível que poucos escoteiros dos Estados Unidos obtêm a cada ano, o de “Eagle Scout”. O que apenas 3 ou 4 por cento dos jovens escoteiros conseguem em todo o país é ainda mais notável em seu caso porque Hartgate é um autista quase não verbal, e tem grandes dificuldades de comunicação:

Segundo o pai dele, Ed, o jovem sempre teve dificuldades para se relacionar ou interagir com outras pessoas. Mas a vontade de conquistar o nível avançado no escotismo foi um enorme estímulo em sua terapia.

Terapeutas de uma clínica especializada em Cleveland usaram um dispositivo acionado por fala para ensinar Timmy a digitar palavras, e também como se comunicar com respostas pré-programadas em seu tablet.

Segundo Phoebe Mason, uma das terapeutas, fotos de todos os escoteiros de seu grupo foram cadastradas no tablet de Timmy, para que ele pudesse reconhecer os colegas e passasse a trabalhar com eles em um projeto desenvolvido em uma escola.

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