Bishop: Salvando bebês esquecidos em carros

Bishop

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Bishop, de apenas 10 anos, é aluno da 5ª série na cidade de Melissa, no Texas, EUA, e criou um dispositivo que é acoplado ao assento de um veículo para detectar se uma criança foi deixada dentro dele:

A ideia de criar o dispositivo surgiu depois que ele viu a morte de uma bebê esquecida dentro de uma minivan, no verão, perto de sua casa. Bishop ficou tão abalado que queria impedir este tipo de tragédia.

O dispositivo é acoplado ao assento do veículo para detectar se a criança foi deixada dentro dele. Batizado de “Oasis”, ele sopra ar fresco até que os pais e as autoridades sejam acionados a respeito da situação.

“Seria um sonho ter muitas invenções que pudessem salvar várias vidas”, disse o garoto ao NBCDFW.com.

Só nos Estados Unidos, cerca de 37 crianças morrem anualmente por serem abandonadas dentro de carros fechados, segundo a organização Kids and Cars, que monitora essas ocorrências.

A notícia foi encontrada aqui.

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O poder da música: Mais um exemplo de ajuda a pacientes

Reportagem no Estadão conta como a música ajuda pacientes no Hospital Premier, de São Paulo:

A respiração de Sebastião está descontrolada, mas de repente o som de uma flauta transversal apazigua sua agitação. São os acordes de uma canção de seu passado interpretada por um dos músicos que trabalham para aliviar a dor de doentes submetidos a cuidados paliativos em um hospital de São Paulo.

“Quando cheguei tinha umas 13 pessoas no quarto. Ele estava com máscara de oxigênio e respirava com muita dificuldade, muito rápido. Foi começar a tocar e a respiração se acalmou em dez segundos. Todo mundo começou a chorar e eu me segurei para não chorar também”, conta o flautista Antonio Carrasqueira.

Essa é uma das muitas histórias emocionantes vivenciadas por um grupo de músicos que semanalmente passa pelos quartos do hospital Premier, na Vila Cordeiro, zona oeste da capital paulista, não para tocar seu repertório, mas para reproduzir o dos próprios pacientes.

Há vários anos Samir Salman, diretor desta clínica para doentes terminais, com doenças degenerativas e para idosos que precisam de cuidados paliativos, decidiu incluir a música na “estratégia do hospital, como uma proposta terapêutica a mais”.

“A ideia é que o músico se preocupe em resgatar a memória musical do paciente com a ajuda da equipe médica e sua biografia”, explica Salman.

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SP: Cidades onde não houve homicídios entre 2001 e 2016

Em meio a tanta violência cotidiana, ainda há cidades onde a população não sabe o que é um assassinato há muitos anos, mais precisamente no interior paulista. Conforme levantamento divulgado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), essas localidades ficam no noroeste paulista e não registram homicídios desde o ano de 2001. São, ao todo, seis pequenas cidades caracterizadas por não terem convivido com nenhuma morte violenta há uma década e meia, de acordo com a BlastingNews:

1. Turiúba, próximo a São José do Rio Preto, com 1.900 moradores
2. União Paulista, com 1.600 habitantes, também perto de São José do Rio Preto
3. Lourdes, com 2 mil moradores, próxima a Araçatuba
4. Marapoama, pertencente à microrregião de Novo Horizonte, com 2.300 munícipes
5. Sebastianópolis do Sul, localizada na microrregião de Nhandeara, com 3 mil pessoas
6. Dolcinópolis, próximo a Jales, com cerca de 2 mil habitantes.

Um vídeo a respeito:

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Andy Robinson: Quando gestos simples fazem a diferença

O olhar julgador pode ser subtituído por um gesto que una alegria e inclusão. O fato abaixo aconteceu na Califórnia, mas por que não acontecer em todos os lugares, a cada momento? Do site Catraca Livre:

Com um pequeno gesto, uma moça que trabalha como caixa de supermercado fez a grande diferença no dia de Andy Robinson, um garoto com paralisia cerebral.

Tudo aconteceu no supermercado WinCo, na California (EUA), a funcionária viu Andy junto de sua mãe na fila do caixa e resolveu peguntar se ele queria ajudar a passar as compras. O menino aceitou na hora. Surpresa, a mãe começou a filmar para enviar posteriormente à avó que mora na Alemanha.

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Cada produto que ele passava o código de barras era motivo de altas gargalhadas. Um pequeno gesto fora da rotina trouxe muita alegria ao garoto.

Ao chegar em casa, a mãe de Andy estava tão emocionada com a felicidade do filho que decidiu postar o vídeo nas redes sociais como forma de agradecer a funcionária do mercado. Em poucos minutos, as cenas já começava a encantar as pessoas e logo tornou-se um viral.

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Pontos acumulados: Como e quando trocar por descontos, serviços e mercadorias

Uma matéria de 08.02.2017 no Globo Online fala sobre como as milhas, pontos, dotz e bônus dos mais diversos estão sendo usados para conseguir descontos, ingressos e até pagamento de contas:

Seja qual for o nome, a pontuação acumulada em programas de fidelidade tornou-se uma moeda com amplas possibilidades de troca. Embora as passagens aéreas ainda liderem a lista de produtos trocados, já é possível “comprar” de ingressos para shows e cinemas a material de limpeza, além de pagar contas e fazer caridade. Alguns cartões de crédito já até oferecem descontos na fatura em troca dos pontos.

Para as empresas, os programas são uma forma de reduzir a chance de o cliente bater na porta do concorrente em busca de vantagens. Para o consumidor, uma maneira de poupar o dinheiro real em plena recessão. Dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf) mostram que a adesão aos programas cresceu: eram 78 milhões de cadastros em setembro de 2016 (últimos dados disponíveis), 15% acima do registrado em igual mês do ano anterior.

Os dados se referem aos cinco associados da Abemf (Dotz, Grupo LTM, Multiplus, Netpoints e Smiles) e não elimina duplicidade, já que uma mesma pessoa com cadastros em dois programas é contada duas vezes. Ainda assim são uma referência de como os brasileiros têm recorrido à moeda da fidelidade para suprir desejos e necessidades.

Segundo a Abemf, as passagens aéreas ainda são maioria entre os produtos resgatados, respondendo por 70% das trocas. Nos 30% restantes, a preferência tem sido a busca de bens e serviços que complementam o orçamento familiar. Na categoria de itens resgatados com valores acima de R$ 100, o pagamento de contas ocupa o topo do ranking. Na faixa de R$ 50 a R$ 100, combustível é o produto número um da lista. Já no grupo de até R$ 50, o vale-presente encabeça o rol dos itens trocados, seguido pela recarga de celular.

Clique no link abaixo e veja, de show a conta de luz, o que é possível ‘comprar’ com seus pontos:

http://oglobo.globo.com/economia/na-crise-pontos-de-programas-de-fidelidade-viram-moeda-1-20883834

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Bruna Sena: Primeira colocada em medicina da USP de Ribeirão Preto

75,58 candidatos por vaga. Mas Bruna Sena venceu. E comemora: “A casa-grande surta quando a senzala vira médica”. Matéria da Folha:

É com uma frase provocativa estampada em uma rede social que Bruna Sena, 17, primeira colocada em medicina da USP de Ribeirão Preto, carreira mais concorrida da Fuvest-2017, comemora e passa um recado de sua conquista: “A casa-grande surta quando a senzala vira médica”.

Bruna Sena

Bruna Sena

Negra, pobre, tímida, estudante de escola pública, criada apenas pela mãe, que ganha R$ 1.400 como operadora de caixa de supermercado, Bruna será a primeira da família a interromper o ciclo de ausência de formação superior em suas gerações. Fez em grande estilo, passando em uma das melhores faculdades médicas do país.

A mãe, Dinália Sena, 50, que sustenta a casa desde que Bruna tinha nove meses e o pai deixou o lar, está entre a alegria e o pavor. Tem medo que a filha seja hostilizada. “Por favor, coloque no jornal que tenho medo dos racistas. Ela vai ser o 1% negro e pobre no meio dos brancos e ricos da faculdade.”

Já a filha mostra-se tranquila. Acredita que será bem recebida e tem na ponta da língua a defesa de sua raça, de cotas sociais e da necessidade de mais oportunidades para os negros no Brasil. “Claro que a ascensão social do negro incomoda, assim como incomoda quando o filho da empregada melhora de vida, passa na Fuvest. Não posso dizer que já sofri racismo, até porque não tinha maturidade e conhecimento para reconhecer atitudes racistas”, diz a caloura.

“Alguns se esquecem do passado, que foram anos de escravidão e sofrimento para os negros. Os programas de cota são paliativos, mas precisam existir. Não há como concorrer de igual para igual quando não se tem oportunidade de vida iguais.”

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Prepara NEM: Preparatório do ENEM para população LGBT de comunidades

musicamagia.wordpress.com

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