Shine: Um novo tipo de asfalto

Shine é um novo asfalto que pode se auto-reparar sem qualquer intervenção de máquinas. No Estadão:

O asfalto é capaz de “regenerar” 80% de uma rachadura em apenas duas horas, e terminar de “fechar” o buraco aberto em um dia. Embora ainda não tenha sido testado em condições reais, a empresa informa que espera que o material seja utilizado nas ruas de Madri, na Espanha, em 2016.

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Parque Madureira, RJ: Nave do conhecimento recebe prêmio internacional

Com mais de 100 concorrentes de diferentes países, o “Architizer A+ Awards” premiou, através do voto popular, as Naves do Conhecimento, do Parque Madureira, Rio de Janeiro:

As Naves do Conhecimento venceram o maior prêmio internacional de arquitetura, o Architizer A+ Awards, realizado em Nova Iorque. Foram mais de cem países concorrentes, e na categoria de edifícios públicos, o projeto do arquiteto Dietmar Stark, da Empresa Municipal de Urbanização (RioUrbe), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Obras, ficou entre os cinco finalistas. A Nave concorreu pelo voto popular contra projetos da Bélgica (Court House); Itália (Palazzo Lombardia), Japão (Hachijo Government Building and Hall) e da França (Regional Court and Industrial Tribunal). O projeto brasileiro venceu com o voto popular enquanto o da Bélgica ficou com o prêmio do júri. A viabilização e gestão do projeto foram feitas pela Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia (SECT). A entrega do prêmio será no dia 14 de maio, em Nova Iorque.

“Nem queria mandar o projeto para a premiação porque achei que era perda de tempo: 100 países, mais de 300 jurados. Projetos milionários de alguns dos arquitetos mais renomados do mundo. Não acreditava que poderia vencer. Primeiro fiquei surpreso em ser finalista e ainda não acredito que conseguimos essa vitória. Estou muito feliz”, comemora o arquiteto.

Dietmar defende que o caminho a seguir é o da qualidade. “Não importa que o edifício público a ser construído esteja numa área degradada. Se ele tiver qualidade, ele vai ajudar a qualificar toda
a região. As Naves são um dos poucos prédios públicos do Rio que não foram pichados. Acho que o ganho maior é da população”, defende Starke.

Leia mais e veja fotos clicando aqui.

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Esquema de museus de graça no Rio a partir de abril de 2015

O site do Estadão publicou matéria sobre a gratuidade nos museus do Rio de Janeiro a partir de 14.04.2015. Museu de Arte do Rio, Forte de Copacabana e Museu Imperial de Petrópolis fazem parte do projeto:

Com a proposta de oferecer entrada gratuita em 41 museus da cidade do Rio de Janeiro e dois da Região Serrana, começa a valer nesta terça-feira (14) o Passaporte dos Museu Cariocas. O projeto comemora os 450 anos da capital fluminense.

Inaugurado em 2013 na Zona Portuária, o Museu de Arte do Rio (MAR), que tem ingresso a R$ 8, está entre as instituições que darão gratuidade por meio do passaporte. Outras opções são o Forte de Copacabana (ingresso a R$ 6) e o Museu da República (R$ 6). O Museu Imperial, em Petrópolis (R$ 10), também está na lista.

O passaporte terá formato de um caderno de bolso e será distribuído sem custo em seis pontos:

– Museu Nacional de Belas Artes,
– Museu da República,
– Museu Imperial,
– Museu de Arte do Rio,
– Museu Aeroespacial e
– Centro Cultural Banco do Brasil.

Cada museu terá dias específicos da semana para oferecer gratuidade e a validade do passaporte vai até o fim de 2015.

A matéria foi encontrada aqui.

Veja a lista completa dos museus participantes (por ordem alfabética):

Biblioteca Nacional
Casa Daros
Casa do Patrimônio Ferroviário do Rio de Janeiro (antigo Museu do Trem)
Casa do Pontal
Casa França Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro
Centro Cultural Correios
Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo)
Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Memorial Municipal Getúlio Vargas
Museu Aeroespacial
Museu Bispo do Rosário
Museu Casa da Hera
Museu Casa de Benjamin Constant
Museu Casa de Rui Barbosa
Museu Chácara do Céu
Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro
Museu da Maré
Museu da República
Museu da Vida
Museu de Arte do Rio
Museu de Arte Moderna
Museu de Astronomia e Ciências Afins
Museu de Ciências da Terra
Museu de Favela
Museu de Folclore Edison Carneiro
Museu do Índio
Museu do Meio Ambiente
Museu Histórico da Fortaleza de São João
Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana
Museu Histórico Nacional
Museu Imagens do Inconsciente
Museu Imperial
Museu Militar Conde de Linhares
Museu Nacional
Museu Nacional de Belas Artes
Museu Naval
Museu Villa-Lobos
Museus Raymundo Ottoni de Castro Maya – Museu do Açude
Paço Imperial
Palácio Tiradentes
Sítio Roberto Burle Marx

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Mitomicina: Nova esperança contra Parkinson e tumores

Segundo matéria do Estadão, no blog de Herton Escobar, um estudo publicado na revista Frontiers in Cellular Neuroscience, cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descrevem um novo método de cultivo capaz de inibir o desenvolvimento de tumores, depois que as células são injetadas no organismo, via mitomicina:

O risco de formação de tumores sempre foi um dos principais obstáculos ao uso clínico de células-tronco embrionárias (CTEs). Embutido na característica que torna essas células potencialmente tão incríveis para aplicação no tratamento de doenças — sua capacidade de se dividir e se transformar em qualquer tipo de tecido —, está o perigo de uma diferenciação e multiplicação descontrolada, que pode resultar em um câncer, no lugar de uma cura. Um efeito-colateral severo demais para ser ignorado; razão pela qual as pesquisas nessa área avançam de maneira tão cautelosa.

Pesquisadores brasileiros, porém, podem ter encontrado uma maneira de manter essas células sob controle, extraindo apenas aquilo que elas têm de melhor a oferecer, e bloqueando aquilo que elas têm de pior.

(…) O “ingrediente secreto” da receita — que de secreto, na verdade, não tem nada — é a mitomicina, ou MMC, uma droga antitumoral que já é usada há vários anos para o tratamento de tumores sólidos do pâncreas e do sistema gástrico. Os pesquisadores adicionaram essa substância ao meio de cultura das células-tronco embrionárias, imaginando que ela poderia inibir a tendência das CTEs de formar tumores. E deu certo — pelo menos em camundongos.

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Priscila Kosaka: Cientista de Brasília cria sensor que encontra câncer antes dos sintomas

De acordo com o portal G1, uma cientista de Brasília desenvolveu uma técnica para detecção de câncer antes mesmo dos sintomas:

Membro do Instituto de Microelectrónica de Madrid há seis anos, a cientista brasiliense Priscila Kosaka, de 35 anos, desenvolveu uma técnica para detecção de câncer que dispensa biópsias e que consegue identificar a doença antes mesmo do aparecimento dos sintomas. O resultado vem do uso de um nanosensor com sensibilidade 10 mihões de vezes maior que a dos métodos dos exames tradicionais em amostras de sangue dos pacientes. A previsão é de que ele esteja no mercado em até dez anos e também seja utilizado no combate a hepatites e Alzheimer.

A pesquisadora explica que o sensor é como um “trampolim muito pequenininho” com anticorpos na superfície. Quando em contato com uma amostra de sangue de uma pessoa com câncer, ele “captura” a partícula diferente e acaba ficando mais pesado. Outras estruturas relacionadas à técnica também fazem com que haja uma mudança de cor das partículas, indicando que o paciente que teve o fluido coletado tem um tumor maligno. A taxa de erro, segundo Priscila, é de 2 a cada 10 mil casos.

“Atualmente não existe nenhuma técnica que permita a detecção de moléculas que estão em concentrações muito baixas e que coexistam com mais de 10 mil espécies de proteínas numa única bioamostra”, afirma. “Atualmente nenhuma técnica é capaz de encontrar a ‘agulha no palheiro’. Portanto, existe uma necessidade de tecnologias capazes de registrar moléculas individuais na presença de outras moléculas muito mais abundantes. E o nanosensor que desenvolvi é capaz de fazer isso.”

De acordo com a cientista, novos estudos podem fazer com que o nanosensor também seja usado para identificar a que tipo específico pertenceria uma amostra cancerígena (gastrointestinal ou de pâncreas, por exemplo).

Leia a matéria completa clicando aqui.

Priscila Kosaka

Priscila Kosaka

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Brasil premiado como a Melhor Prática em Gestão de Água 2015

De acordo com o site Planeta Sustentável, a iniciativa brasileira “Cultivando Água Boa”, desenvolvida pela Itaipu Binacional obteve o 1º lugar na categoria “Melhores práticas em gestão da água”, do prêmio Water for Life 2015 (Água para Vida, em tradução livre), concedido pela UN Water – Agência das Nações Unidas para a Água:

O anúncio foi feito na Índia, na semana passada (20/03), durante as comemorações do Dia Mundial da Água.

O programa, que tem parceria com 29 municípios do oeste do Paraná (uma região com aproximadamente um milhão de habitantes e 800 mil hectares de área), se fundamenta na gestão integrada das bacias hidrográficas locais, com o objetivo de garantir a qualidade e quantidade da água e a sustentabilidade do ecossistema onde estão localizadas estas bacias.

“Seguindo a pedagogia freiriana (desenvolvida pelo educador brasileiro Paulo Freire), a estratégia é organizar as comunidades a partir de uma metodologia que garante ampla participação e envolvimento dos atores locais, desde o diagnóstico situacional, passando pelo planejamento, a execução e a avaliação das ações”, explica Nelton Friedrich, diretor de Coordenação e Meio Ambiente da Itaipu e responsável desde o início pela coordenação geral do Cultivando Água Boa. Ainda segundo ele, é esta “democracia direta” o principal fator de sucesso e reconhecimento do programa.

Iniciado há pouco mais de dez anos, o Cultivando Água Boa tem entre seus principais resultados a recuperação de microbacias hidrográficas, proteção de nascentes, recomposição de matas ciliares, conservação de solos e implantação de cisternas para reúso de água.

No campo social, a iniciativa também trouxe grandes avanços para a população do oeste paranaense, como a inclusão social e produtiva de comunidades indígenas, pescadores, quilombolas, catadores de recicláveis, jovens e pequenos produtores.

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O efeito da música sobre o Mal de Parkinson

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