One Degree Less: Diminuindo a temperatura das ilhas de calor

Site oficial:
http://www.onedegreeless.org/home/home.html

Anúncios

Centros de Referência de Assistência Social: Testes de HIV para mulheres do Bolsa Família

O governo federal lança nesta quarta-feira, 31.03.2010, uma campanha para incentivar as beneficiárias do programa Bolsa Família a realizar o teste de HIV:

As mulheres poderão realizar os exames nos centros de Referência de Assistência Social (CRAs).

Um dos objetivos é realizar encontros e palestras de orientação sobre as formas de contágio da doença e de prevenção, além da distribuição de preservativos. As mulheres são o grande foco da campanha, pois, em 92% dos registros, o benefício do programa é repassado a elas.

Leia mais clicando aqui.

Melhorando os hábitos alimentares

Só há uma saída para a manutenção da boa saúde: adquirir e praticar bons hábitos. Uma pesquisa mostra que junk food – hambúrguer, salsicha e bacon, por exemplo – vicia tanto quanto heroína e cocaína. Do O Globo Online:

Comidas junk food como hambúrguer, bacon ou salsicha viciam como a heroína ou a cocaína. Cientistas do Scripps Research Institute, na Flórida, Estados Unidos, provaram com testes feitos em ratos que a compulsão por alimentos gordurosos funciona como um vício em drogas e é muito difícil de ser combatida: mesmo sabendo que receberiam dolorosos choques elétricos, os animais preferiam não parar de comer. E, privados dos alimentos gordurosos, preferiram passar fome a comer salada e alimentos saudáveis.

A ingestão dos alimentos gordurosos causou ainda mudanças neuroquímicas no cérebro, semelhantes às causadas pelo consumo de drogas em cérebros humanos. O estudo mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer, além de superestimuladas, deterioravam-se gradualmente à medida que o consumo dos alimentos gordurosos fosse aumentando. Essas regiões passaram a responder cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos.

A descoberta mostra que certos alimentos podem desencadear a compulsão por comida e a obesidade também em humanos, levando a uma forma de vício em comida praticamente impossível de ser combatida com dieta.

– O estudo mostra que o vício em drogas e a obesidade estão baseados no mesmo mecanismo neurobiológico – disse o professor Paul Kenny, que comandou o estudo. – Os animais perderam completamente o controle do comportamento nutricional, o primeiro sinal do vício. Os ratos continuaram a comer mesmo sabendo que tomariamn choques elétricos, provando como estavam determinados a comer junk food.

Quando os cientistas analisaram o cérebro dos ratos, descobriram que seu centro de prazer estava excessivamente estimulado, o que fazia com que os bichos comessem cada vez mais para se sentirem satisfeitos. O estudo, que durou três anos, foi publicado na revista “Nature Neuroscience”, e identificou que foi fácil ‘viciar’ os ratos em comidas gordurosas como linguíça e cheesecake.

– Quanto mais eles comiam gordura, mais preferiam os piores alimentos. Em alguns casos, os ratos tinham que comer o dobro de calorias para se sentirem satisfeitos. Quando eles eram obrigados a seguir uma dieta à base de salada e frutas, eles simplesmente se recusavam a comer.

Kenny explica que os ratos com comportamento compulsivo tinham menos receptores de dopamina D2 no cérebro. Uma quantidade baixa destes receptores, nos humanos, está associada a uma propensão maior ao vício e à obesidade.

– Estes resultados comprovam o que os especialistas desconfiavam há muito tempo. Ingerir junk food em grandes quantidades modifica o sistema de recompensas do cérebro e estimula a compulsão – conclui o pesquisador.

A notícia foi encontrada aqui.

Música e potencialidades

Tocar ou cantar estimula as potencialidades das crianças. É o que afirma o artigo de Nydia Monteiro, educadora musical e musicoterapeuta pós-graduada em musicoterapia, presidente da Associação de Musicoterapia do Piauí (AMT-PI):

Não há como negar a importância que a música tem em nossas vidas, seja no nível consciente, seja no inconsciente. Mas qual seria o seu poder de transformação do aprendizado musical, até mesmo de ampliação de nossos potenciais?

Nossa audição é nosso referencial desde a gestação, é a porta de entrada principal para interagirmos com o mundo. Com esta interação podemos desenvolver no nível neuropsicomotor. Nosso cérebro vai literalmente se expandindo com suas sinapses e tornando?nos mais e mais capazes de ser, fazer e transformar a nós mesmos e ao mundo. Este potencial desenvolvido também traz equilíbrio para quem está envolvido nesse processo de aprendizagem musical.

Quem convive diariamente com crianças e adolescentes que estudam música, tocando, cantando, improvisando e lendo partituras, observa que aquele que era agitado se torna mais calmo e concentrado. Ocorre também o oposto, deixando quem era muito tímido mais expansivo em suas relações. A neurociência e as inúmeras pesquisas na área do cérebro comprovam que a música atua em quase todas as áreas cerebrais. Nada escapa de ser estimulado e trabalhado. Os resultados ficam bem evidentes para quem observa a transformação pela qual estas crianças e jovens passam.

Quanto mais cedo as crianças iniciam a aprendizagem musical, mais cedo sua linguagem, coordenação motora, compreensão, interação e aceitação de limites são estabelecidas.

Leia o artigo completo clicando aqui.

RJ: Observando o céu

Fonte: jornal O Dia. Válido para 27.03.2010.

RJ: Sebinho nas Canelas em 27.03.2010

Fonte: jornal O Dia. Válido para 27.03.2010.

Diarilquinolina: Nova droga para tuberculose

De acordo com matéria de Marcelo Gigliotti para o Jornal do Brasil, um novo remédio pode reduzir os casos de tuberculose no país:

Apesar de ter uma alta incidência de tuberculose, a situação, em relação a esta doença, está melhorando no país. O país passou da 18ª para 19ª posição e está próximo de sair do grupo das 22 nações que concentram 80% dos casos da enfermidade. Além disso, o Brasil está testando um novo fármaco para combater casos multirresistentes aos tratamentos tradicionais, diz Margareth Dalcolmo, pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), da Fiocruz.

– A droga, diarilquinolina, está em fase de estudo clínico, em apenas 11 centros no mundo, um deles no Brasil, no Centro de Referência Hélio Fraga, da Fiocruz – diz a cientista, que dirige o centro.

O Rio de Janeiro é o estado que tem a maior incidência da tuberculose: 68,64 casos para cada 100 mil habitantes. Para se ter uma ideia, no Distrito Federal a relação é de 13,73 para cada 100 mil.

Há uma explicação para o Rio estar à frente desta triste estatística, segundo Margareth Dalcolmo: a cidade, na época do Brasil Colônia, no século 16, foi a porta de entrada da tuberculose no país, uma vez que era por aqui que chegava a maioria das embarcações que traziam portugueses e outros europeus contaminados com a doença.

Além disso, contribui para o grande número de casos no Rio a grande aproximação que há entre ricos e pobres, favorecendo a disseminação do bacilo.

Leia mais clicando aqui.

%d blogueiros gostam disto: