RJ: Theatro Municipal abre inscrições para cursos gratuitos

Candidatos de nível médio podem se inscrever nos dias 19 e 22 de dezembro para disputar vagas para as turmas de Técnico em Iluminação e Técnico em Maquiagem, Cabelo e Perucaria:

A Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro – vinculada à Secretaria de Estado de Cultura – abre inscrições nos dias 19 e 22 de dezembro de 2014 para o processo seletivo de dois cursos técnicos de nível médio da Escola de Dança, Artes e Técnicas do Theatro Municipal – Maria Olenewa, que serão ministrados, gratuitamente, ao longo de três semestres letivos a partir de 2015. Serão oferecidas 40 vagas para o curso de Técnico em Iluminação – Operação e Montagem e outras 40 vagas para o de Técnico em Maquiagem, Cabelo e Perucaria. Os candidatos devem ter idade mínima de 16 anos, já ter concluído o nível médio de ensino ou estar cursando no mínimo o 2º ano em 2015. As inscrições só podem ser feitas presencialmente, entre 9h e 17h, na sede da Escola.

Sobre as áreas de atuação dos cursos:

Técnico em Iluminação – Operação e Montagem

O técnico de luz é o responsável pela sequência de trabalho das luzes durante a montagem no palco e a representação de um espetáculo. A sua atividade é subordinada às indicações artísticas ditadas pelo iluminador (ou pelo cenógrafo, ou mesmo pelo diretor) e, ao mesmo tempo, é encarregado da coordenação da equipe dos eletricistas de palco para a disposição e a afinação dos refletores. Partindo do projeto de criação do iluminador, o técnico de luz se ocupa de transcrevê-lo em um plano de luzes em planta digital e torná-lo efetivo. No caso de não haver uma posterior fragmentação dos encargos, o técnico de luz possui também a tarefa de administrar na primeira pessoa o console que gerencia as memórias relativas às mudanças de luzes do espetáculo.

Técnico em Maquiagem, Cabelo e Perucaria

O curso se propõe em preparar a figura do visagista teatral, figura capaz de realizar todas as atividades relativas à preparação na realização de penteados e maquiagem necessária antes da entrada em cena dos artistas, bem como as atividades relacionadas à reorganização dos materiais utilizados. O percurso didático prevê o estudo das técnicas e instrumentos para realizar o penteado de um artista. O cabeleireiro teatral deverá saber reorganizar e conservar o material, como também cuidar da limpeza e lavagem (“frontini” – parte frontal da linha de encaixe da peruca, barbas e bigodes) e ser capaz de refazer um penteado ou refazer os cachos nas perucas.

Irá conhecer também as ferramentas necessárias para a elaboração da atividade de trabalho, tanto para a realização de penteados como para a preparação e colocação das perucas (uso de pente, tesoura, escova, diferentes tipos de bobes, grampos, presilhas, babyliss, escova, secador de cabelo, entre outros). Este perfil também será capaz de lidar com o “por trás dos bastidores” de uma situação de trabalho, tanto do ponto de vista técnico como relacional. O curso proposto visa a preparar profissionais capazes de conduzir seus negócios em todos os setores das artes do espetáculo ao vivo, incluindo “set” de fotografia, desfiles de moda, estúdios de cinema, televisão e carnaval.

Inscrições:

Horário: 9h às 17h
Dias: 19 e 22 de dezembro
Local de Inscrição: Escola de Dança, Artes e Técnicas do Theatro Municipal – Maria Olenewa – Avenida Almirante Barroso, 14/16. Centro, Rio de Janeiro/ RJ.
Telefone de contato: 2332-9238
Documentos para inscrição:

Uma foto 3 x 4;
Certidão de nascimento (cópia);
Carteira de identidade (cópia);
Comprovante de residência (cópia);
Se o candidato for menor de idade, deverá comparecer acompanhado do responsável, bem como apresentar original e entregar cópia de sua carteira de identidade.

Na impossibilidade de apresentar-se pessoalmente para a inscrição, o candidato deverá redigir procuração simples, datada e assinada, dando os devidos direitos à representação de outrem ante a inscrição deste processo de seleção.

Se for aluno da Rede estadual de ensino do Estado do Rio de Janeiro anexar o comprovante da escola com o ano o qual cursará em 2015.

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Bruna Alves Ramalho: Aos 17 anos, primeira colocada no IME

Matéria no Globo Online fala sobre o excelente desempenho da carioca Bruna Ramalho, de 17 anos, em alguns dos mais dificeis concursos do país:

Quando faltava uma semana para as provas do Instituto Militar de Engenharia (IME), a estudante Bruna Alves Ramalho, de 17 anos, caiu num choro convulsivo. Achava que não passaria num dos vestibulares mais difíceis do país. Ledo engano. Bruna ficou com o primeiro lugar geral no concurso, em que mulheres ainda são “estranhas” no ninho.

A notas da jovem são admiráveis. Em matemática, ficou com 8,4, em física, 9,7, e em química, 8,6. Ela mostrou, ainda, talento especial para linguagens, com nada menos que 10 em português e 9,9 em inglês. A média final foi 9,085.

Mas o sucesso de Bruna não se restringe ao IME. Ela ficou com o quinto lugar geral na Academia da Força Aérea e o primeiro no concurso para mulheres da Escola Naval. Todo esse destaque deixou a garota surpresa.

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RJ: Cortejo Popular de Natal em Paquetá em 13.12.2014

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São João de Meriti, RJ: Exposição de brinquedos antigos

O Shopping Grande Rio promove até o dia 02 de janeiro de 2015 uma exposição de brinquedos antigos. A mostra poderá ser conferida de segunda à sábado, das 10h às 22h e domingos e feriados, de 12h às 22h. A entrada é gratuita.

A mostra é uma parceria com o quiosque N Coisas, onde adultos e crianças poderão fazer uma viagem no tempo e apreciar brinquedos que marcaram gerações passadas, como o Fofão, Boneca Barbie e Super Heróis. Estarão expostos duzentos brinquedos, que prometem resgatar a memória de pais e filhos.  O acervo reúne peças dos anos 70, 80 e 90, representados por personagens de desenhos, gibis, filmes infantis que criaram histórias no imaginário da criança naquele tempo.

Shopping Grande Rio
Rua Maria Soares Sendas, 111, São João de Meriti
Telefone: (21) 2430-5111

Exposição de brinquedos anos 70,80 e 90
Data: Até 02 de janeiro de 2015
Horário: de segunda  à sábado, das 10h às 22h e domingos e feriados, de 12h às 22h.
Local: Corredor próximo ao cinema
Entrada: Gratuita

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RJ: Feira de Arte e Cultura da Amaga em 13.12.2014

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Flor Amarela: Calendário solidário em MG

O jornal O Tempo, de Belo Horizonte, publicou matéria em 29.11.2014 sobre o grupo de mulheres que fez um calendário sensual para ajudar uma instituição que atende portadores de necessidades especiais físicas e mentais:

“Eu não faria isso por dinheiro nenhum”. É usando a resposta de madre Tereza de Calcutá para justificar seu trabalho junto aos leprosos que Renata Arantes Vilela, 50, explica o calendário de fotos sensuais que ela e outras sete mulheres com idades entre 46 e 72 anos resolveram protagonizar. A intenção das poses cheias de coragem é também ajudar o outro, no caso a escola Flor Amarela, instituição em São Vicente de Minas, no Sul do Estado, da qual Renata é idealizadora.

A instituição atende portadores de necessidades especiais físicas e mentais do município e não tem fins lucrativos. Toda a renda arrecadada com a venda dos calendários será revertida para a escola. Serão 500 impressões que vão custar R$ 50 cada uma e o lançamento do calendário será no próximo dia (1) no Godofredo Bar, no Bairro Santa Tereza, região Leste da Capital, a partir das 19h30. Ainda no mês de dezembro, o calendário deve ser lançado também no Rio de Janeiro e em São Paulo. 

A história da escola começou em 1991, quando Renata saiu do Rio de Janeiro e veio para a pequena São Vicente de Minas com o intuito de trabalhar com crianças portadoras de necessidades especiais. “Eu tinha acabado de me formar em pedagogia e na faculdade eu gostava de trabalhar com educação especial. Eu sabia que São Vicente não tinha nenhuma escola desse tipo, então quis vir e montar o projeto. Na época era muito nova, tinha 26 ou 27, não tinha nenhum recurso e recebia ajuda do meu pai para me manter”, conta Renata. Com muita vontade, mas pouco dinheiro, Renata se apropriou de um prédio abandonado e deu início ao projeto ali mesmo.

“No começo, tudo foi muito difícil, tive que ir descobrindo pessoas com deficiência e fui de casa em casa para explicar o projeto. Na época, eles ficavam escondidos e era difícil para as pessoas se abrirem à novidade”, relembra a idealizadora do projeto. No início, o atendimento era feito para 11 crianças, mas após um ano, em 1992, ela conseguiu ajuda de políticos e empresários e aos poucos foi aumentando a capacidade da instituição. Renata também apostou em alguns eventos para arrecadar dinheiro.

Atualmente já são cerca de 300 alunos frequentando a instituição diariamente e em torno de 3.000 atendimentos por mês, sendo que esta cota inclui adultos e idosos também portadores de necessidades físicas e mentais que recebem atendimentos médicos e participam de oficinas gratuitamente. A escola oferece uma série de atividades como a equoterapia – método terapêutico em que são utilizados cavalos para ajudar os portadores de necessidades especiais no desenvolvimento físico e psíquico. Durante todo o dia, equipes educacionais e da saúde realizam atendimentos gratuitos.

Em uma cidade pequena, com 7.073 habitantes, segundo o censo de 2010, a Flor Amarela é de suma importância, principalmente para as mães dos alunos que frequentam diariamente a instituição. Os filhos gêmeos de 4 anos da enfermeira Fernanda Teixeira de Andrade, 42, estudam na Flor Amarela. “A escola é fundamental para mim e para os meus filhos. As crianças se desenvolveram muito lá. Elas recebem atendimento médico e ainda se desenvolvem cognitivamente. Além disso, tudo na escola é gratuito e para mim seria muito difícil pagar um lugar para eles estudarem e também serem cuidados”, conta Fernanda. Os pequenos Matheus e Mariana nasceram com paralisia cerebral e enfrentam dificuldades para se desenvolver tanto física quanto intelectualmente.

Verba. A escola recebe atualmente uma verba do governo federal que é destinada a pagar os professores e os gastos com os alunos, mas Renata conta que ainda existe uma dificuldade principalmente para arcar com algumas manutenções da escola e com o décimo terceiro dos educadores, médicos e demais funcionários da instituição. Por causa disso, ela precisa contar com a ajuda de algumas empresas e políticos e também com a criatividade. “A gente não pode ficar reclamando, mas temos que pensar em saídas para levantar a verba e continuar mantendo o projeto”, conclui Renata

Calendário é inspirado em filme

A ideia de fazer do calendário foi inspirada no filme “Garotas do Calendário”, de 2002. O longa-metragem é baseado na história real de Chris e Annie, duas amigas que vivem em uma pequena cidade inglesa. Quando o marido de Annie morre, as duas resolvem fazer uma campanha para ajudar um hospital local. Como Chris é integrante de uma associação em que idosas têm atividades como fazer doces, geleias, jardinagem e tricô, ela tem a ideia de convidar as mulheres e fazer um calendário com cada uma de suas prendas ilustrando um dos meses. O detalhe é que elas aparecem nuas no calendário.

No caso das mulheres que ajudam a Flor Amarela, elas não aparecem nuas, mas sim em fotos sensuais. A ideia partiu de um grupo de mulheres que também se reúne na cidade e do qual Renata faz parte. “Como a cidade é pequena, eu acho que vai causar um grande impacto mesmo nos moradores, mas a gente não se importa, já que é por uma boa causa”, conclui Isa Arante Villela, 72, mãe de Renata e a mais velha das integrantes do calendário.

A psicóloga Sâmara Aparecida Chaim de Almeida,47, concorda com Isa e acrescenta que fazer o calendário também foi uma oportunidade das mulheres se divertirem e explorarem a criatividade. “Foi muito gostoso fazer a produção das fotos. Uma amiga nossa foi a figurinista, cada uma levou um pouco de roupas e ela foi escolhendo, foi bastante divertido”, conclui Sâmara.

Link da matéria:
http://www.otempo.com.br/cidades/poses-para-a-solidariedade-1.953364

Para doar:

Banco do Brasil
Escola Especial Globo Azul
CNPJ 26111799000187
Agência 3807-5
Conta: 12888-0

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O Velho Chico se renova

Matéria de 28.11.2014 do site ICMBio conta que voltou a jorrar água em volume expressivo, após quase três meses de seca, na principal nascente do Rio São Francisco, no Parque Nacional Serra da Canastra (MG):

As fortes chuvas que caem na região nas últimas semanas contribuem para a recuperação do volume de água e normalização do estado do velho Chico, após o longo período de estiagem, considerado o maior nos últimos 30 anos.

“Em razão das fortes chuvas que estão caindo aqui diariamente, pedi para uma equipe avaliar a situação da nascente histórica e confirmamos que a água tomou conta de tudo, praticamente normalizando a situação”, comemorou o analista ambiental e chefe substituto da Unidade de Conservação, Vicente Faria.

Leia mais clicando aqui.

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