Aducanumab: Nova esperança para o Alzheimer

De acordo comno Globo Online, testes preliminares mostraram que uma nova droga leva à remoção de placas de proteína que, acumuladas no cérebro, são responsáveis pelo mal de Alzheimer. Os resultados da pesquisa, considerados impressionantes pelos cientistas responsáveis, dão esperanças não só de um tão buscado tratamento, mas também de prevenção e cura definitivas para uma doença conhecida por provocar demência:

Hoje, estima-se que cerca de 47 milhões de pessoas, a maioria idosas, sofrem da doença no mundo.

Batizado Aducanumab, o medicamento é um anticorpo monoclonal humano — isto é, produzido por uma determinada linhagem de um tipo específico de célula do nosso sistema imunológico que são clonadas (daí o nome) — que se liga de forma seletiva às concentrações da proteína beta-amiloide no cérebro, sinalizando-as para que sejam retiradas pelas microglias, as principais células de defesa do órgão.

Segundo os pesquisadores, tanto os experimentos pré-clínicos (na bancada do laboratório e com animais) quanto um primeiro ensaio clínico “duplo cego” — em que nem os pacientes nem os experimentadores sabem quem está tomando o medicamento e quem está recebendo apenas um placebo — realizado em 165 pessoas diagnosticadas nos estágios iniciais do Alzheimer tiveram resultados promissores.

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