Esclerose Lateral Amiotrófica : Nova pesquisa aumenta a esperança de cura

De acordo com o Globo Online, a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) está mais perto do que jamais esteve de uma possibilidade de cura:

Um dos grandes obstáculos para entender como essa doença neurodegenerativa surge é o fato de os cientistas não saberem que tipo de relação entre as células faz os neurônios motores morrerem. O mistério, porém, terminou ontem. Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, divulgaram a primeira descrição científica de como as proteínas neuronais se aglomeram em um composto tóxico que torna a célula doente e, por fim, a mata.

Publicado na edição on-line da revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), o estudo é considerado um passo crucial para o desenvolvimento de drogas que possam interromper a formação desses aglomerados e deter a progressão da doença, que costuma ser severa. Pacientes com ELA sofrem paralisia e morte precoce, em consequência da perda de neurônios motores, que são essenciais para se mover, falar, engolir e respirar.

O portador da doença mais conhecido mundialmente é o físico britânico Stephen Hawking, de 72 anos, que descobriu o problema aos 21 anos. Na época, os médicos chegaram a dizer que ele teria apenas alguns anos a mais de vida. Hawking, no entanto, não só superou as sombrias previsões como se tornou um dos cientistas mais respeitados do mundo depois do diagnóstico, apesar das limitações físicas impostas pela ELA.

Com o mistério sobre o surgimento da doença aparentemente resolvido, cientistas se mostram esperançosos com a possibilidade de um controle sobre este e outros males neurodegenerativos.

— Um dos maiores enigmas da saúde tem sido como lidar com doenças neurodegenerativas. Ao contrário de muitos tipos de cânceres e outras condições, nós não temos, no momento, qualquer poder contra essas doenças — destacou o autor sênior do estudo, Nikolay Dokholyan, professor de Bioquímica e Biofísica na Universidade da Carolina do Norte. — Este estudo é um grande avanço, pois lança luz sobre a origem da morte dos neurônios motores e poderá ser muito importante para a descoberta de medicamentos.

O estudo se concentra em um subconjunto de casos de ELA que estão associados a mutações em uma proteína conhecida como SOD1.

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