Susana Naspolini: Pensando positivamente diante das adversidades

Susana Naspolini

Susana Naspolini

A jornalista Susana Naspolini sofreu a perde do marido e duas manifestações de câncer nos últimos cinco anos. Mas não se deixou abater:

“Queria muito mais estar te ouvindo contar a tua história do que falando da minha”, diz Susana Naspolini, com seu sotaque do Sul. A jornalista diz que sempre foi assim, “mais de ouvir do que de falar”.

— Gosto de saber como a pessoa está, o que ela pensa das coisas, ouvir sobre namoro, separação, filhos, doença, emprego — enumera.

Essa empolgação diante de histórias e de gente, Susana demonstra diariamente no “RJ Móvel”, quadro que apresenta no “RJTV”, ao vivo, em que vai atrás de problemas para, junto à comunidade e as autoridades locais, tentar resolvê-los. Na última sexta-feira, estava no Parque Eldorado, em Caxias, onde moradores pediam uma ponte nova. Já voltou 12 vezes a Belfort Roxo até resolver um caso. Foi 14 ao Colubandê, em São Gonçalo:

— Ninguém pede piscina térmica. Eles querem o básico, água, saneamento, asfalto. E quero que a autoridade vá ao local se explicar. Não vai por quê? Tem medo de morador?

Susana costuma chegar à redação por volta das 6h30m e sai para a rua às 8h30m. Na hora do jornal, faz a chamada ao vivo. No meio das pessoas, grita, reclama, contesta, pede satisfação. Algo que a deixa muito realizada, ela conta:

— Sou feliz na rua. Não tem preço que pague o que eu faço. Às vezes vou trabalhar triste, mas naquela manhã em que estou ali, me esqueço de tudo. Sou repórter, quero abraçar? Eu vou abraçar! Sou gente e gosto do contato. Outro dia, uma pessoa me falou: “Susana, não ganhamos asfalto, ganhamos dignidade”. Eu ganhei o dia. O triste é que isso mostra como o povo é carente de poder público e vê num jornalista a chance de pedir pelos seus direitos — lamenta ela.

(…) Em meio às mudanças, descobriu um outro câncer, na mama, no fim de 2010. Fez radioterapia e mastectomia total do seio direito. Ainda em tratamento, lidou com outro, em outubro: na tireoide, que elimimou com um tratamento à base de iodo radiativo.

Em 2014, Susana levou “mais uma porrada para a conta”: ficou viúva depois que Mauricio Torres morreu, aos 43 anos, de taquicardia. Ela ficou com ele um mês no hospital em São Paulo.

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