Solanezumabe: Nova esperança para o Alzheimer

De acordo com o Globo Online, um novo medicamento capaz de retardar a doença foi anunciado com destaque na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, em Washington, nos EUA, em julho de 2015:

Cientistas divulgaram os resultados de testes em humanos com o uso do solanezumabe, da farmacêutica Eli Lilly, sugerindo que a substância pode diminuir o ritmo de declínio cognitivo em indivíduos com a doença em estágio inicial. Seria o primeiro do tipo para frear a forma mais comum de demência, problema que afeta 44 milhões de pessoas no mundo e que poderá atingir 135 milhões em 2050, segundo estimativas da organização Alzheimer’s Disease International. A apresentação repercutiu mundialmente, num misto de expectativa e cautela entre especialistas. Novos resultados ainda são esperados para o ano que vem.

A droga é um anticorpo monoclonal — terapia com várias aplicações e que já vem sendo testada em outras pesquisas de Alzheimer, além de câncer e Aids. São proteínas produzidas em laboratório que combatem micro-organismos ou moléculas específicas do corpo. Têm se mostrado inovadoras, mas ainda apresentam efeitos colaterais fortes.

No caso do solanezumabe, atacam os peptídios beta-amiloides, toxinas que se acumulam e formam placas no cérebro, consideradas responsáveis pelo desenvolvimento da doença.

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