Fonte: jornal O Dia. O “amanhã” refere-se a sábado, 28.11.2009.

Fonte: jornal O Dia. O “amanhã” refere-se a sábado, 28.11.2009.

Mais de 300 milhões de novos casos de malária são diagnosticados a cada ano no mundo e cerca de um milhão de pessoas morrem vítimas da doença, principalmente crianças da África. Segundo o Yahoo Notícias, cientistas americanos informaram nesta quinta-feira [12.11.2009] terem criado os primeiros mosquitos geneticamente modificados, com organismos capazes de destruir o Plasmodium falciparum, protozoário responsável pela transmissão da doença:
A infecção pode incidir no homem e em outros mamíferos, assim como em aves e anfíbios, causada por protozoários do gênero Plasmodium, transmitidos por picadas de mosquitos do gênero Anopheles do qual há cerca de 50 espécies.
“São os primeiros mosquitos geneticamente modificados resistentes ao parasita graças a uma modificação de seu sistema imunológico”, felicita-se George Dimopoulos, professor de microbiologia molecular e de imunologia no JHMRI, Instituto de Pesquisa sobre o Impaludismo da Universidade Johns Hopkins em Baltimore (Maryland, leste) que dirige a equipe de estudiosos.
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O “Webcegonhas – Condoninho da Renata” consiste em uma parceria entre o jornal Público, a Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN) e a Redes Energéticas Nacionais (REN), de Portugal:
É um projecto de divulgação e sensibilização ambiental que pretende dar a conhecer as acções que a REN desenvolve para a conservação da cegonha-branca e que vai permitir o acompanhamento de um ninho da espécie, através da montagem de uma câmara de filmar num apoio de uma linha de muito alta tensão. Imagens que vão poder ser vistas e comentadas em directo num blogue alojado no Público online.
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http://static.publico.clix.pt/cegonhasnaweb/
Segundo o site da BBC Brasil, cientistas da Washington University de St. Louis, nos Estados Unidos, desenvolveram um método que usa veneno de abelhas para matar células cancerosas, ao mesmo tempo em que deixa células saudáveis intactas:
Os pesquisadores acoplaram a toxina melitina, presente no veneno de abelhas, a moléculas, ou nanopartículas, que batizaram de “nanoabelhas”.
Depois disso, estas “nanoabelhas” foram introduzidas em ratos que possuíam tumores. De acordo com os pesquisadores, as partículas então atacaram e destruíram apenas as células cancerosas, protegendo outros tecidos do poder destrutivo da melitina.
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A notícia é boa, mas espero que, com isso, não acabem se importando menos com as árvores de verdade:
Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, já que absorvem CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade.
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Segundo o jornal O Globo de 26.06.2009, cerca de 300 mil sementes de aroeira serão lançadas na Região dos Lagos, RJ, a partir de um monomotor, neste domingo, 28.06.2009:
Ambientalistas e adeptos de caminhadas vão participar, neste domingo, do projeto Caminhadas da Natureza do circuito da Área de Preservação Ambiental do Pau-Brasil, entre Cabo Frio e Búzios. Promovida pela ONG Anda Brasil, a caminhada é dez quilômetros, mas as inscrições estão abertas até para deficientes físicos porque há percursos para todas as idades e condições físicas. No fim da caminhada, será lançado o movimento “Amigos do Peró”.
Os participantes da caminhada vão percorrer praias, restingas e sítios históricos que ficam numa região reconhecida pelo Unesco como um dos 14 centros de mais rica diversidade de plantas do Brasil. De um monomotor, serão lançadas cerca de 300 mil sementes de aroeira, uma planta típica do local que sofre com o ataque de pessoas que colhem as sementes para vendê-las para o exterior como tempero.
O movimento “Amigos do Peró” vai reunir ambientalistas, moradores e veranistas que defendem o desenvolvimento sustentável do lugar, onde será construído um resort do Club Med. O selo do movimento valoriza o mar, as dunas e a floresta.
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Segundo o Terra, uma substância derivada da glicose parece ser capaz de debilitar o sistema imunológico dos insetos e os torna vulneráveis a infecções transmitidas por micróbios letais, aponta um novo estudo:
Se você já teve de enfrentar os tenazes cupins, talvez esteja chegando a hora de uma doce vingança. As constatações podem dar origem a uma nova classe de produtos de controle de insetos, menos prejudiciais à saúde, afirmam os autores de um estudo sobre o tema.
“Queríamos alguma coisa que não fizesse mal ao meio ambiente, fosse biodegradável e não exercesse papel tóxico”, disse Ram Sasisekharan, engenheiro biológico do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e co-autor do estudo.
A descoberta foi inspirada pelas formas de combate a doenças que o corpo humano desenvolve.
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Pode parecer engraçado para alguns, mas não deixe de ser uma notícia interessante como meio, fim e consequências:
O Google deteve seu forte ritmo de contratação de empregados devido à crise econômica, mas, nos últimos dias, a empresa voltou a ampliar o quadro de funcionários, desta vez com 200 cabras.
A empresa contratou os serviços de 200 cabras para cortar a grama da sede de Mountain View, Vale do Silício, uma solução que, afirma a companhia, é mais ecológica e natural que os tradicionais cortadores.
“Em vez de usar barulhentos cortadores que funcionam com gasolina e poluem, alugamos algumas cabras da empresa California Grazing”, explicou Dan Hoffman, responsável Imobiliário e de Espaço de Trabalho do Google no blog da companhia.
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O Globo Online trouxe matéria esta semana sobre os agentes voluntários do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) que conseguiram assegurar o nascimento de 8 mil filhotes de tartarugas, tracajás e iaçás nas praias da Estação Ecológica (Esec) Juami-Japurá, na margem direita do rio Japurá a 400 quilômetros do município de Tefé, na Amazônia:
Durante seis meses, a equipe protegeu 285 covas durante dia e noite e contabilizou um aumento 125% de filhotes em comparação com o período em que o projeto de conservação dos quelônios foi executado na região pela primeira vez, entre 2007 e 2008.
Nessa segunda temporada de proteção aos quelônios, que começou em setembro do ano passado e se encerrou na primeira quinzena de março, foi o maior aumento no número de filhotes foi da tartaruga-da-amazônia, com 3.200 animais.
A matéria completa está no Globo Online, clicando aqui.
Segundo o site da BBC Brasil, pesquisadores italianos da Universidade Tor Vergata, em Roma, anunciaram ter produzido energia elétrica a partir de painéis solares elaborados com cascas de frutas, verduras e legumes:
Os cientistas trabalham no Polo Solar Orgânico, instituto criado dois anos atrás pela região de Lazio e com a participação da iniciativa privada para estudar o emprego de materiais orgânicos em fontes renováveis de energia.
A nova geração de painéis solares substitui o uso do silício por uma mistura de pigmentos de alimentos que podem ser sintetizados biologicamente.
A inovação está na elaboração de um material que absorve a radiação solar e a transforma em eletricidade. O grupo de pesquisadores inspirou-se na fotossíntese, processo natural das plantas de absorção de gás carbônico e emissão de oxigênio na atmosfera.
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Do site da BBC:
Uma ONG no Quênia mantém um orfanato para elefantes que perderam os pais por causa da caça ilegal provocada pelo comércio de marfim.
O projeto, da ONG David Sheldrick Wildlife Trust, é coordenado por Daphne Sheldrick, que passou 28 anos buscando as melhores formas de amamentar e cuidar dos animais.
Os animais órfãos são levados para o chamado “berçário” do grupo, localizado na capital, Nairóbi.
Nesse estágio, os animais com menos de um ano de vida são amamentados com uma fórmula especial criada por Sheldrick. Até os cinco meses, os elefantes são acompanhados 24 horas por dia por integrantes do projeto, que dormem ao lado dos animais em estábulos construídos especialmente para abrigar os elefantes.
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Do site Globo Amazônia:
A palmeira inajá, nativa da Amazônia, é uma alternativa promissora para a produção de biodiesel, mostra estudo realizado pelo engenheiro agrônomo Otoniel Duarte, da Embrapa de Roraima.
“O grande mérito da pesquisa é que há um potencial [desta planta] muito grande que não se conhecia”, comemora o pesquisador. Pelos cálculos de Duarte, se plantada com 6 metros de distância entre cada pé, a espécie pode render mais de 3.500 litros de óleo por ano por hectare (área semelhante à de um campo de futebol), quando selecionadas mudas de plantas mais produtivas.
O dendê, planta semelhante, mas originária da África, após quase 60 anos de melhoramento pelo homem, produz cerca de 5 mil litros. Segundo Duarte, a comparação entre as duas espécies demonstra o grande potencial do inajá, que tem a vantagem de já estar adaptado ao solo pobre da Amazônia. “O dendê precisa de forte adubação”, comenta.
Outra vantagem da palmeira amazônica é que, por ser nativa, ela serve de alimento para aves e mamíferos da floresta, ou seja, se for plantada em escala, pode ajudar a conservar espécies animais.
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Do portal G1:
Eis mais um motivo para manter colméias em propriedades agrícolas: o simples ruído do bater de asas de abelhas é capaz de reduzir em até 70% a destruição causada por lagartas nas folhas das plantas. O dado surpreendente vem de um estudo experimental alemão, o qual sugere que o efeito, embora eficientíssimo, é apenas uma coincidência.
Explica-se: o ruflar de asas das abelhas é, para as lagartas, idêntico ao de certas vespas que caçam essas larvas herbívoras. Normalmente, as lagartas detectam esse ruído com a ajuda de pêlos sensíveis localizados na superfície de seu corpo, explicam Jürgen Tautz e Michael Rostás, autores da pesquisa recém-publicada na revista científica “Current Biology”.
Ao “ouvir” o barulho, as lagartas amedrontadas param de se mexer (e de mastigar; em condições normais, comem quase sem parar) ou então pulam da planta para escapar. A hipótese dos dois pesquisadores era que a vizinhança de abelhas teria o mesmo efeito.
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